A Lipoescultura Floreoterápica da Floreologia
é uma terapia 100% natural, não é invasiva e atua no
equilíbrio do Campo de Energia Humano. É natural pelo fato de
não serem usadas quaisquer substâncias químicas e não
invasiva, uma vez que no método utilizado não há incisões
e também não há substâncias injetáveis.
Também não é massagem ou massoterapia, nem drenagem linfática
convencional. A Lipoescultura Floreoterápica da Floreologia
tem por finalidade a promoção da estética como um todo,
pelo equilíbrio da energia vital. Em harmonia todos os sistemas funcionam
de forma natural, de modo que a beleza flui naturalmente. Já a massagem
ou massoterapia e a drenagem linfática são métodos limitados
que não têm o poder de equilibrar os sistemas, daí o diferencial
da Lipoescultura Floreoterápica da Floreologia.
A Lipoescultura Floreoterápica da Floreologia
é indicada para quem deseja prevenir e manter a boa forma. É
uma terapia adotada por mulheres de todas as faixas etárias que fazem
da técnica uma aliada não só da parte estética,
como também uma fonte de saúde e bem-estar. De acordo com a
terapeuta Christine Floran, criadora Floreologia,
a Lipoescultura Floreoterápica da Floreologia
é o que há de mais natural dentro da medicina estética
atual, com resultados clinicamente comprovados. “Os métodos da
Floreologia são tão bons, quanto os métodos
convencionais, o que os diferencia são os procedimentos e a visão
holística que são os pontos fortes da Floreologia”,
afirma a terapeuta.
A Floreologia, hoje, tem a preferência das pessoas
que almejam a saúde estética de forma natural. O público
é formado por pacientes que se cuidavam apenas com tratamentos estéticos
convencionais (massagens, drenagem e com aparelhagem) e também aquelas
que já se submeteram a tratamentos invasivos como lipoaspirações
e cirurgias plásticas. “Posso afirmar que a Floreologia
não faz milagres e nem temos a pretensão de torná-la
substituta de outras terapias, é um método que pode, inclusive,
ser adotado como complementar de outros métodos invasivos”, explica
Christine Floran.